sexta-feira, 31 de agosto de 2007
Atenção!
Obrigado
Elle - ECT: Últimas.
Brincadeiras a parte, este foi um pequeno relato do que fomos e sempre seremos: Eu e Ellen.
Lembrando com carinho dos que passaram por nós naquele momento: Patrícia Gurgel, Diego, Samily, Mariana Madruga, Yuri, Guilherme, Flávia Maria, Flávia Cariello, Mariana Barreto, Hérika, Priscila, Annie Mercury, Caio, dentre outros que aqui não estiveram mas certamente lembrarão da "Época do Marista"
Com amor.
Márcio Franco da Silva.
viva_natal@hotmail.com
Elle - ECT: Novidades.
Elle - ECT: Cd de Cássia Eller

Ellen - ECT
Nunca as tive, mas sempre as amei. - Parte 3
Bem, essas foram as mulheres que marcaram a minha passagem pelo Marista.
Nunca as tive, mas sempre as amei. - Parte 2
Anteriormente aconteceu Annie Mercury. Ah! Essa foi e ainda é o maior amor não vivido. Esse que dão cancêr na gente, banzo e outras quizilas psicológicas. Lembro-me dela como se acontecera ontem e sofro googleeartheanamente á procura de Saint-Louis onde quer que ela esteja. Esse anjo de olhos azuis surgiu na minha vida numa de minhas idas à biblioteca do colégio. Quando ía para casa lá estava ela na lanchonete, algo incrível me aconteceu, eu fiquei tão maravilhado com aquela imagem que as pessoas à volta, para mim não existiam, mas eu existia para elas. Fui para o "stop bus" e fiquei martelando: "volta, volta, volta". Contei até dez e dei primeiro passo, daí chegar até ela e pedir licensa aos amigos dela para conversar foi fichinha. Os amigos entenderam e foram para a frente do colégio e eu fiquei conversando com ela. Annie era do Canadá, estava em intercâmbio cultural. Falamos de nossos futuros, lembro-me de ela querer ser política em seu país, algo lindo por lá! Conversamos tanto que perdi a noção das horas e já estávamos no início da noite. Valeu a pena.
Outros encontros sucederam e ela fazia dança com meu amigo Caio. Eu ía ver. Depois um dia pela manhã ela estava estudando com o professor de inglês mais irado que eu conheci. César, um figuraça. Eu o cumprimentava dizendo, Ave, César! Ele fez com que ela me passasse o seu endereço, porém, mais uma vez o destino acertadamente me fez perder, pois eu seria capaz de ir à pé, atravessar o deserto do México me alimentando das cobras, pularia o muro de contenção da imigração americana e batia em todos os policiais do FBI e na grande travessia da América tratava de aprender inglês e francês, escreveria um livro com o tema, ficaria rico, chegaria a sua casa e a pedia em casamento!!! Praticamente um Forrest Gump, kkkkkkkkk!
Nunca as tive, mas sempre as amei. - Parte I
Depois de Ellen veio FM. Eu a achava linda, hoje, seus olhos naquela pele alva me lembra o gatinho de Shrek quando faz chantagem. Era assim os olhos dela. E tinha um belo sorriso. Nesses intervalos amorosos lembro que escrevia uma estória em capítulos todos os dias para Ellen e Mariana.
No surgimento dos amores impossíveis surgiu uma garota realmente muito impossível, a belíssima Mariana Madruga. Mariana Madruga era uma latina, tons fortes e um cabelo preto. Seu olho era árabe e instigante, sempre bonita portava uma coleirinha preta que me fazia uivar! Ela era a "nata" do Marista, destacava-se entre a "high -school bervely hills 2000" ela, Sanyli Abi Faraj e seu namorado, dentre outros.
Todo o show de Netinho era a mesma coisa, eu embriagado de caipirinha e cerveja, a ponto do meu amigo Bartô, cavaquista do "Divina Chama" sacar meu estado e o Juizado de Menores pegar no meu pé. Lá estava eu, embriagado bem pertinho dela, quietinho admirando-a, pior! Vendo ela ficar com meninos muito mais apessoados.
Mariana Madruga foi a responsável pelo fim do meu namoro com Patrícia Gurgel, sim, há de se entender que o destino fez um favor a minha ex-namorada...
Mas eu não conseguia parar de pensar nela e achava que minha namorada não poderia estar com uma pessoa que pensa em outra, não daquela forma, me sentia mal, por isso terminei sem maiores detalhes.
Bem, Mariana continuava me atormentando, mas...
Aula? Que nada!

As amigas.

O Início - Memórias falhas, discurso sem fundamento.

Esse era o passaporte para um dos anos mais fantásticos da minha vida. Neste período a vida funcionava como uma montanha russa, cheia de altos e baixos, mas lembrando que toda montanha russa está num parque de diversões. A minha mãe, tadinha, acreditando no futuro do "sem" me colocou no Colégio Santo Antônio Marista, onde estudaram meus primos que por acaso estudamos em outro colégio nos anos 80, o Maristela. Hoje mesmo passei por lá e vi "Paulo da lanchonete, pasmém, tava mais novo com mais cabelo, magro e forte. Essa nova safra de veiarada adolescendo mundo afora. Bem, voltemos ao passado, rsrs!
Com este passaporte de dois gumes eu teria que estudar mas acabei encontrando apenas diversão já que a única aula realmente interessante e divertida era a do professor Leonardo que foi o responsável pela minha descrença em pleno colégio religioso. O fato é que por sua causa, seu dinamismo didático embrenhei-me na Biblioteca Zila Mamede para estudar História do Brasil, de cara li "A Dialética da Colonização" de Alfredo Bosi. Resultado: nojo dos católicos catequistas e aproximação das religiões africanas e indígenas. Depois vieram Jean de Lery, Hans Staden dentre outros.
Na contramão da delícia que era passar tardes na companhia de leituras para lá de elucidadoras vinha o nada mais nada menos, mostruoso, "El Diablo", Professor William, tcharaaaaammm! Esse era Phoderosso! E quando começava com os sermões do país dele, das guerras, das filas, do respeito, blábláblá e blábláblá... Mas no fim de tudo era uma boa pessoa e nos ensinou certo dia que "Carreta" na terra dele era "Cocada".
Física, matemática, química, a professora era cliente da minha mãe, bem tudo isso era um saco, mas havia algo pior. Sim, quem não se lembra? Diego, o primo da minha namorada. Eca! Esse vai render um post.
De bom mesmo tinha o intervalo com a rádio da galera do Grêmio. O presidente era um bacana branquelo com cara de político, acho que o nome dele era Guilherme! Também tinha as gatas do Marista...Ah! Nisso o colégio era referência. Nhamnhamnham!
Enfim, haveria vida pós-aula? Sim, a educação física do professor Macaxeira que só saía de casa para dar essa aula pois o "homi" era branquinho. Valia a pena ir à aula para dar uma passadinha nas gatas do handebol, natação, basquete e claro! Ginástica Rítmica. Hummm!
Finalizando a apresentação do cenário, surgia na minha vida um sujeito com jeito de vilão, o bedel em outros tempos, o carrasco em tempos medievais, o coordenador Chico Perneta!



