Numa das últimas cartas estávamos afinados. Meu desejo de vê-la era tão grande que na falta disso pedi licensa para a minha mãe e num domigo de final do Futebol Americano liguei para ela. O som saía cortado, era engraçado, acho que a essa altura ela estava em Boston. Enfim, essa ligação marcou o fim do maior e verdadeiro amor que alguém pode ter por alguém. Sim, porque esse amor ultrapassava os desejos de posse, de ter que beijá-la, de compartilhar os dias com ela. Foi Ellen e ainda é o amor verdadeiro, que respeita, que tem carinho, atenção e não necessariamente se traduz em matrimônio ou sexo. Ambos seriam ótimos, kkkkkkkkkk!
Brincadeiras a parte, este foi um pequeno relato do que fomos e sempre seremos: Eu e Ellen.
Lembrando com carinho dos que passaram por nós naquele momento: Patrícia Gurgel, Diego, Samily, Mariana Madruga, Yuri, Guilherme, Flávia Maria, Flávia Cariello, Mariana Barreto, Hérika, Priscila, Annie Mercury, Caio, dentre outros que aqui não estiveram mas certamente lembrarão da "Época do Marista"
Com amor.
Márcio Franco da Silva.
viva_natal@hotmail.com
sexta-feira, 31 de agosto de 2007
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