sexta-feira, 31 de agosto de 2007

Nunca as tive, mas sempre as amei. - Parte 2

Já não havia mais namorada, eu e Ellen também já não tinhámos mais o porque, eu deixara de ser novidade e ficamos mais amigos, fachada pura!

Anteriormente aconteceu Annie Mercury. Ah! Essa foi e ainda é o maior amor não vivido. Esse que dão cancêr na gente, banzo e outras quizilas psicológicas. Lembro-me dela como se acontecera ontem e sofro googleeartheanamente á procura de Saint-Louis onde quer que ela esteja. Esse anjo de olhos azuis surgiu na minha vida numa de minhas idas à biblioteca do colégio. Quando ía para casa lá estava ela na lanchonete, algo incrível me aconteceu, eu fiquei tão maravilhado com aquela imagem que as pessoas à volta, para mim não existiam, mas eu existia para elas. Fui para o "stop bus" e fiquei martelando: "volta, volta, volta". Contei até dez e dei primeiro passo, daí chegar até ela e pedir licensa aos amigos dela para conversar foi fichinha. Os amigos entenderam e foram para a frente do colégio e eu fiquei conversando com ela. Annie era do Canadá, estava em intercâmbio cultural. Falamos de nossos futuros, lembro-me de ela querer ser política em seu país, algo lindo por lá! Conversamos tanto que perdi a noção das horas e já estávamos no início da noite. Valeu a pena.

Outros encontros sucederam e ela fazia dança com meu amigo Caio. Eu ía ver. Depois um dia pela manhã ela estava estudando com o professor de inglês mais irado que eu conheci. César, um figuraça. Eu o cumprimentava dizendo, Ave, César! Ele fez com que ela me passasse o seu endereço, porém, mais uma vez o destino acertadamente me fez perder, pois eu seria capaz de ir à pé, atravessar o deserto do México me alimentando das cobras, pularia o muro de contenção da imigração americana e batia em todos os policiais do FBI e na grande travessia da América tratava de aprender inglês e francês, escreveria um livro com o tema, ficaria rico, chegaria a sua casa e a pedia em casamento!!! Praticamente um Forrest Gump, kkkkkkkkk!

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